MIGUEL ARAÚJO

Biografia

“Miguel Araújo é o melhor compositor-intérprete da sua geração." - Manuel Falcão (Blitz, O Independente, Expresso, Se7e, Visão, etc)


“A palavra "génio" é atirada para trás e para a frente de uma forma a modos que bastarda, mas no caso do Miguel

serve-lhe que nem uma luva.” - Nuno Markl


"Uma das mentes mais brilhantes da canção pop-rock portuguesa." - Time Out


"Um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século." - Expresso


"Miguel Araújo: Não há muitos assim" Público


"Um dos maiores artistas portugueses" Jornal de Notícias


“Provavelmente, o melhor fazedor de melodias em Portugal. Fareja a canção pop perfeita como se fosse uma coisa

óbvia, como se estivesse à mão de semear. Só que não está - excepto para o Miguel, e para esses muito poucos que

nasceram com tão injusto talento.” - Samuel Úria


Miguel Araújo é um músico, cantor, compositor e letrista Português. Nasceu em 1978 em Águas Santas, na Maia. É autor

(música e letra) de alguns dos maiores sucessos portugueses do início do séc. XXI: Anda Comigo Ver os Aviões, Os

Maridos das Outras, Quem és tu Miúda, Nos Desenhos Animados (Nunca Acaba Mal), Pica do Sete, Dona Laura, Balada

Astral, entre outros. Além do seu reportório a solo e da banda Os Azeitonas, da qual é fundador e na qual se manteve

até final de 2016, tem escrito para alguns dos mais destacados intérpretes portugueses, como é o caso de António

Zambujo, Ana Moura, Carminho, Raquel Tavares e Ana Bacalhau. Desde 2017 mantém uma crónica quinzenal na Revista

Visão.


BIOGRAFIA


1989 - Aprende, aos 11 anos, de forma autodidacta, a tocar guitarra e baixo por influência de uma banda de tios e

amigos, os Kapas.


2002 - Forma os Azeitonas, uma brincadeira de amigos que acabaria por se tornar na sua estreia autoral e discográfica.

(5 discos editados, 3 Coliseus esgotados, 2 nomeações para os Globos de Ouros, 1 nomeação para “Best Portuguese

Act” da MTV e algumas canções com forte airplay nas principais rádios nacionais (Quem és tu Miúda, Nos Desenhos

animados (nunca acaba mal), Ray-dee-oh, Anda Comigo ver os Aviões, Tonto de Ti, etc)


2010 - Grava, com o João Só, o EP “Não Entres Nesse Comboio Amor”.


2011 - Escreve as canções para o monólogo “Como Desenhar Mulheres, Motas e Cavalos”, de Nuno Markl, apresentado

ao vivo pela dupla numa digressão nacional. Participa no disco “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, de Samuel Úria,

na canção “Triunvirato”, juntamente com António Zambujo


2012 - Edita o seu primeiro disco a solo, “5 Dias e Meio”, que inclui as canção “Os Maridos das Outras”, “Fizz Limão” e

“Capitão Fantástico”, e lhe valeu 2 nomeações para os Globos de Ouro (“Melhor Intérprete Masculino” e “Melhor

Canção do Ano”); foi considerado um dos 10 melhores do ano pela revista Blitz, a canção “Os Maridos das Outras” foi

nomeada para a “Melhor Canção do Ano” da RTP e “Melhor Canção de 2012” para a Sociedade Portuguesa de Autores;

“O Capitão Fantástico” foi uma das canções distinguidas como “melhores canções de 2012” pela revista “Blitz” e Miguel

Araújo foi nomeado para o prémio “Personalidade Masculina do Ano na Área de Música” na revista LUX .


2014 - Edita o seu segundo disco a Solo, “Crónicas da Cidade Grande”, que inclui os singles “Balada Astral”, “Recantiga”,

“Dona Laura” e “Romaria das Festas de Santa Eufémia”. O Álbum valeu-lhe nova nomeação para os Globos de Ouro,

para “Melhor Canção do Ano” (Balada Astral), tendo acabado por perder para a canção “Pica do Sete”, (cantada por

António Zambujo), também da sua autoria. O disco foi considerado o melhor do ano do primeiro semestre pelos leitores

da revista “Blitz”, em Junho desse ano. Estreia-se a solo no Coliseu do Porto, perante uma plateia esgotada, num

espectáculo que daria origem ao álbum “Cidade Grande ao Vivo”, editado em 2015.


2016 - Regressa aos Coliseus, num espectáculo conjunto com António Zambujo (duas vozes e duas guitarras), que

arranca em finais de 2015 e atinge a marca histórica de 28 datas entre os Coliseus de Porto e Lisboa. O espectáculo

valeu à dupla a nomeação para o prémio “Duo 2016” no reputado jornal espanhol “El País”. Ainda em 2016 estreiase

na escrita de canções para cinema, escrevendo três canções para o remake do filme “A Canção de Lisboa”, de Pedro

Varela. A canção “Será Amor”, interpretado pelos actores do filme (César Mourão e Luana Martau), foi nomeada para

“Melhor Canção Original” nos prémios de cinema “Sophia”. Estreia-se no Brasil, no Festival Mimo, no Rio de Janeiro,

num concerto conjunto com Chico César. No final do ano despede-se da sua banda, Os Azeitonas, por impossibilidade

de conciliar as duas carreiras em paralelo, num concerto histórico na noite de passagem de ano, na Avenida dos Aliados,

no Porto.


2017 - Edita o seu terceiro disco, “Giesta”, o disco mais pessoal e autobiográfico do seu percurso artístico. Inclui os

singles “1987”, “Axl Rose” e “Meio Conto”. É incluído na lista dos “Melhores Discos do Ano” da revista Blitz, bem como

da lista dos melhores do ano para os seus leitores. Foi considerado o segundo melhor disco do ano pela publicação

espanhola “No Sólo Fado”. O vídeo da canção “Axl Rose”, uma animação em Stop Motion realizada por Bruno Caetano,

foi eleito um dos 10 videoclips de 2017 pelo Jornal Público e foi nomeado para“Melhor Animação” nos os Bang Awards,

prémios internacionais de animação. O músico foi ainda distinguido com a nomeação para “Best Portuguese Act” nos

prémios da MTV, e o seu espectáculo ao vivo no Festival F, e, Faro, em Julho de 2017, foi nomeado para “Melhor

Actuação ao Vivo de uma banda Portuguesa ou Espanhola” nos “Iberian Festival Awards”. Participa no disco de carreira

de João Gil, cantando e tocando guitarra na música "Senta-te Aí" e escrevendo a letra da canção "Nina", interpretada

por Rui Veloso. Participa no disco de duetos de Paulo de Carvalho, na canção "Balada Para um Boneca de Capelista".


2018 – A par de mais uma digressão, edita o seu primeiro livro, “Penas de Pato”, que inclui crónicas editadas na Revista

Visão e alguns textos inéditos. Mais uma vez, leva a sua música a todo o país, incluindo alguns dos grandes festivais, tais

como o NOS Alive, onde tocou no palco principal, ou o Sol da Caparica. Regressa ao Brasil e a Londres, e estreia-se em

S. Tomé e Príncipe.

Em Abril participa no espetáculo “Desconcerto”, com António Zambujo, César Mourão e Luísa Sobral, que mistura

música, improviso e boa disposição, com cinco sessões esgotadas em Lisboa e Porto. Também o duo “Mendes e João

Só” volta a juntar-se para concertos no Capitólio (Lisboa) e no Cinema Passos Manuel (Porto)


2019 – Realiza a digressão “Casca de Noz”, em que se apresenta sozinho em palco em vários teatros pelo país, e

que termina no Coliseu do Porto, a 15 de Junho. É nomeado na categoria de “Melhor Espetáculo ao Vivo” nos Globos

de Ouro. Apresenta novo single, “Talvez Se Eu Dançasse”, com vídeo de André Tentugal, e encerra o ano com um

concerto na Avenida dos Aliados, no Porto naquela que, segundo a organização, foi a maior enchente de sempre no

local.


2020 – O Desconcerto, com António Zambujo, César Mourão e Luísa Sobral volta aos palcos, desta vez nos Coliseus,

com 10 datas praticamente esgotadas. Ao longo do período de isolamento grava vários temas, e apresenta um novo

single, “A Incrível História de Gabriela de Jesus”. Edita, em Agosto, o seu segundo livro de crónicas, intitulado “Seja o

Que For”. Em Novembro lança “Dia da Procissão”, com António Zambujo, um tema que surgiu em 2016, durante a

“aventura” dos 28 coliseus que, juntos, esgotaram no Porto e em Lisboa. Compõe e interpreta a banda sonora da nova

série da Sic, “Esperança”, que conta com César Mourão como protagonista. Cláudia Pascoal, António Zambujo,

Camané e o próprio César Mourão também emprestam a voz a alguns dos temas.


2021 – Em Janeiro lança “Peixe Azul”, um álbum com 10 faixas, inteiramente gravado entre janeiro de 2019 e

outubro de 2020, no Estúdio Chiu. Além da voz, Miguel Araújo ocupou-se de todos os instrumentos: guitarras elétricas

e acústicas, ukelele, lapsteel, baixo, contrabaixo, hammond, piano, mellotron, harmónio, permissões, bateria,

harmónica e trompete.